Decorridos mais de quinze dias desde aprovação da admissibilidade de abertura de uma CPI, proposta pelos vereadores Josezito Machado Lima (PROS), Heugenio Gomes (PDT), Edivaldo Santiago e Marcos Silva (PSB), encaminhada ao presidente da Câmara, Heugênio Meira (PSB), que conforme nossa reportagem tomou conhecimento, seria para apurar denúncias de corrupção, enriquecimento ilícito, formação de quadrilha e desvio de verbas federais do Fundo Nacional da Educação (FNE), Fundo Nacional da Saúde (FNS), atribuídos por ele ao prefeito da cidade, Uilson Venâncio Gomes de Novaes, ( Soya) e um grupo de secretários municipais.
Chama atenção o fato, pois este ocorre justamente no período eleitoral, além é claro de rasgar o regimento interno da Casa, quando de forma monocrática, e à revelia dos procedimentos previstos no regimento interno, tal proposta é apresentada. Outo ponto que não pode escapar aos olhos do leitor, é que mesmo tendo sido aprovada por todos os vereadores presentes na sessão do dia 29 de outubro, o presidente Heugênio Meira, não realizou nenhuma outra sessão para que a tal denuncia tivesse a devida apreciação pelos edis e que a gestão municipal pudesse apresentar sua defesa. Evidenciando assim, que tal pirotecnia atende exclusivamente a fins políticos, na tentativa de confundir a opinião publica e colocar de maneira irresponsável a população do município contra o atual gestor, que concorre ao pleito buscando sua reeleição.
Opinião do blog: É de se lamentar que para alguns políticos tais práticas se tornam comuns, e, é justamente contra esse tipo de política que a imprensa séria se opõe, prezando pelo livre exercício da cidadania democrática, escolhendo seus representantes através do voto. Direito este, que aliás, é amparado por Lei.

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