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Sexta-feira, 26 de Junho de 2026
Doações: Roberto Britto diz que recebeu de forma legal e declarada

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Doações: Roberto Britto diz que recebeu de forma legal e declarada

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Revistas Veja e Época publicaram dossiês com esquema comandado pelo doleiro Alberto Yosseff
Revistas Veja e Época publicaram dossiês com esquema comandado pelo doleiro Alberto Yosseff
O jornal Estado de São Paulo, edição da última segunda-feira (07/04) publicou que documentos da investigação do doleiro Alberto  Yousseff intermediando contribuições da empreiteira Queiroz Galvão e da Jaraguá Empreendimentos, ambas fornecedoras da Petrobrás, ao diretório nacional do PP, às seções regionais da legenda na Bahia e em Pernambuco e aos deputados Nelson Meurer (PR), Roberto Teixeira (PE), Aline Corrêa (SP) e Roberto Britto (BA), além de Pedro Henry (MT), que renunciou ao mandato após ter ordem de prisão expedida pela condenação no processo do mensalão. Sobre a inclusão do seu nome na relação, o deputado Roberto Britto, defendeu-se em nota emitida pela sua assessoria e em entrevista à imprensa de Jequié, com o teor seguinte: “Em resposta a alguns veículos de imprensa, em respeito aos meus eleitores e todos aqueles que acompanham o meu trabalho como parlamentar declaro que os recursos recebidos por mim, durante a campanha para as eleições de 2010, são originários, oficialmente, do Partido Progressista. Declarados junto ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral. Não existindo nenhuma ilegalidade de minha parte. Os recursos de campanha foram doados ao partido. Portanto, não tenho nenhuma ligação ou vínculo algum com quem quer que seja”. Alberto Yousseff pivô das denúncia, é suspeito de comandar um esquema de lavagem de dinheiro e investigado pela ligação com o ex-diretor da Petrobrás Paulo Roberto Costa, detido na mesma operação da PF. O doleiro deu um Land Rover de R$ 250 mil ao ex-diretor e pagou despesas dele com hotel, segundo a apuração. Indicado pelo PP e com trânsito amplo no PMDB e no PT, Costa foi um dos principais operadores da construção da refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, e é suspeito de corrupção passiva.
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