A população de Jequié, volta a cobrar o retorno da operação do transporte coletivo urbano na cidade. O impacto econômico provocado pela pandemia do novo coronavírus tem sido muito forte, além dos decretos municipais que obrigam a paralisação das atividades do transporte coletivo somando suspensão de aproximadamente 30 dias.
Na manhã de hoje (6) por telefone Jaridso Santana, gerente operacional da Rio de Contas, participou do programa Jequié Urgente, e disse que a empresa enfrenta desafios históricos ao longo dos tempos. Ele destacou ainda que desde 2014 a empresa vem acumulando queda em efeito cascata e que a média tarifária tem defasagem de quase 10 anos.
A possibilidade do retorno segundo Jaridso, deverá obedecer algumas mudanças de logística, obedecendo todas as orientações das autoridades da saúde.
No período em que a frota está parada está sendo possível fazer o diagnóstico do sistema permitindo as adequações necessárias para atender a população.
Sobre os 90 colaboradores, o gerente disse que a empresa adotou as medidas de auxílio aos trabalhadores através dos programas emergenciais do governo federal.
Jaridso Santana, concluiu lembrando que Jequié tem um índice populacional de idosos superior a de outras cidades da região, que são assistidos pela gratuidade de passagem, e frisou que em 12 anos o poder público autorizou apenas três ajustes da tarifa, que hoje é de R$ 2,50 considerada a menor da Bahia.

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