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Domingo, 28 de Junho de 2026
Índice Nacional de Inclusão será resposta à falta de dados na área

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Índice Nacional de Inclusão será resposta à falta de dados na área

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Passados 11 anos desde a realização do último censo nacional, o Instituto Olga Kos de Inclusão Cultural, uma associação sem fins econômicos, com sede em São Paulo, que trabalha pela inserção social de pessoas com deficiência intelectual ou em situação de vulnerabilidade, vai produzir instrumento para medir o quanto as cidades brasileiras são inclusivas e permitem que as pessoas com alguma deficiência desenvolvam suas aptidões e exerçam sua cidadania.

Segundo a coordenadora do Departamento de Pesquisa do instituto, Natália Mônaco, o chamado Índice Nacional de Inclusão Olga Kos da Pessoa com Deficiência (Iniok) será uma resposta à “grande lacuna” nacional, ou seja, “à falta de informações” abrangentes sobre o contexto das pessoas com deficiência no Brasil.

“O índice é uma junção de várias pesquisas já realizadas, como a Pesquisa Nacional de Saúde [realizada em 2019], dados do Ipea [Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada], do IDH [Índice de Desenvolvimento Humano, criado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), da Organização das Nações Unidas  [ONU] e outros. Com isso, teremos um indicador capaz de avaliar, de fato, a inclusão das pessoas com deficiência”, disse Natália.

Em fase de validação científica da metodologia desenvolvida ao longo de mais de um ano, com auxílio de especialistas, e cujo protótipo contou com a chancela da Organização dos Estados Ibero-Americanos (OEI), o índice reunirá informações dispersas, extraídas de várias pesquisas, estudos e levantamentos estatísticos sobre as condições em que vivem as pessoas com deficiência.

“Ele vai unificar dados sobre saúde, educação, reabilitação, renda familiar, benefícios assistenciais, trabalho, sustentabilidade e outros aspectos que os demais instrumentos avaliam de forma individualizada. Com isso, poderemos mensurar o grau de inclusão e criar políticas públicas”, acrescentou Natália.

Fonte: Agência Brasil


 

 


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