Avaliada, ainda, o vereador que além disso, a usina aliviaria o aterro sanitário que a cada ano fica mais lotado. Lembra que o estudo “A Organização Coletiva de Catadores de Material Reciclável no Brasil: dilemas e potencialidades sob a ótica da economia solidária”, do IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), apresenta estimativas que 30% a 40% de todo resíduo gerado no Brasil são considerados passíveis de reaproveitamento e reciclagem. No entanto, apenas 13% são encaminhados para algum tipo de reciclagem.
Ivan do Leite coloca que, no Município, o problema do lixo a cada ano se agrava e que o colapso do aterro sanitário é cada vez mais iminente, o que exige a tomada de medidas alternativas, entendendo trata-se de uma responsabilidade da gestão pública de cada município este planejamento, desde sua concepção até sua implantação e manutenção através da disponibilização de técnicos e agentes ambientais capacitados na busca de soluções que visem sanar esta situação.
Por fim cita que a Alemanha eliminou os aterros sanitários em função da reciclagem energética e que os Estados Unidos fornecem energia elétrica a 2,3 milhões de residências, ao reutilizar resíduos em suas 98 usinas e que a União Europeia conta com 420 usinas, no Japão são 249 e na Suíça são 27 usinas de reciclagem energética.
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