A inauguração foi realizada pelo defensor-geral da Bahia, Rafson Ximenes, pela subdefensora-geral, Firmiane Venâncio, pela coordenadora das Especializadas, Donila Fonseca, pela coordenadora da Especializada de Direitos Humanos, Lívia Almeida, pela ouvidora-geral da DPE/BA, Sirlene Assis e servidores(as).
Poderão utilizá-lo mulheres e homens trans lactantes, sejam integrantes da equipe da DPE/BA e ou assistidas, que precisem amamentar seus filhos. Outro ponto é que homens cis com filhos e que disponham de mamadeira também poderão utilizar o espaço caso desejem.
Primeira mulher a utilizar a sala da DPE/BA em Salvador, a defensora pública Ísis Vasconcellos, que atua na capital, amamentou a pequena Heloísa, de um mês de idade, e afirmou que a existência de um espaço seguro com privacidade faz a diferença para as lactantes e para os bebês.
“Essa medida é excelente, sobretudo direcionando o olhar para a assistida, já que ela está num ambiente que não conhece e pode se sentir desconfortável. Então, encontrar um lugar em que possa amamentar com tranquilidade e privacidade, inclusive com fraldário, dá conforto e segurança”, avaliou Ísis Vasconcellos.
Também mãe de Isadora, 3 anos, a defensora pública relata que não se sentia à vontade para amamentar em público a sua primeira filha, por questão de privacidade e por receio de julgamentos. Então, buscava sempre se afastar, em direção aos locais mais isolados, para amamentar.
“Eu sempre procurei um lugar onde eu pudesse me isolar. Às vezes o bebê está estressado e preocupa a mãe, então ter esse ambiente é um gesto de acolhimento e cuidado com a mulher. A mãe vai se tranquilizar por saber que tem um ambiente onde ela pode amamentar com segurança”, avaliou.

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