Não bastasse a frequência de veículos com som potente que são estacionados em torno da Praça, para que seus proprietários inadvertidamente possam consumir bebida alcoólica, o local, e as residências passam a ser usadas como depósitos de urina, há quem diga que até cenas de prática sexual já foram flagradas, ali.
Pois bem, o que era ruim ficou pior, com a liberação sabe se lá de quem, um bar/restaurante instalado naquela rua, que antes promovia esporadicamente apresentações com música ao vivo, agora, inclusive com a utilização de estrutura metálica de fechamento externo, que avança a calçada impedindo a passagem de pedestres, passou a realizar com maior constância tais apresentações, inclusive aos domingos, indo até a manhã do dia seguinte, tirando de vez o sossego de quem insiste em morar numa localidade que até pouco tempo era residencial. O impressionante, é que a referida casa fica ao lado da sede Defensoria Pública, importantes órgãos de controle e defesa de direitos, e a poucos metros do anexo de ortopedia do Hospital Geral Prado Valadares, antigo PA.
Questiona-se: a prefeitura através do setor de tributos, concedeu o alvará de funcionamento para uma casa de shows?
A vigilância epidemiológica, está fiscalizando o cumprimento do atual decreto, que exara sobre a prevenção, e contra a disseminação da covid-19?
O que impede a Polícia Militar de atender as solicitações dos moradores, ou quem sabe, de realizar blitz com bafômetro, em cumprimento da Lei nº 11.705/2008 a conhecida Lei seca?
Por fim, até quando vão fazer vistas grossas, negligenciando direitos, desrespeitando cidadãos e cidadãos, aceitando tais excessos?
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