Além de assumir o compromisso de colocar os direitos de crianças e adolescentes como prioridade, ao aderir ao Selo UNICEF, as gestões municipais passam a ser acompanhadas durante quatro anos pelas equipes do UNICEF e de seus parceiros implementadores tendo acesso a formações, conteúdos programáticos, acompanhamento de seus indicadores e de planos de ação. Na Bahia, o Selo UNICEF é executado pelo parceiro implementador Centro Dom José Brandão de Castro (CDJBC).
Ao todo, estão aptos a aderir ao Selo UNICEF 2.311 municípios de 18 estados, sendo 9 do Semiárido Brasileiro (Alagoas, Bahia, Ceará, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe) e 9 da Amazônia Legal Brasileira (Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins).
Como funciona
Ao fazer a adesão ao Selo UNICEF, o município se compromete a seguir a metodologia proposta, que perpassa a integração das políticas públicas e a concepção de desenvolvimento intersetorial para avançar na garantia dos direitos de meninos e meninas. Também é preciso que a participação social seja incentivada, garantindo o envolvimento dos Conselhos Municipais de Direitos da Criança e Adolescente (CMDCA) e a participação de adolescentes.
Durante quatro anos, período de duração de cada edição do Selo UNICEF, as gestões municipais fazem a adesão à iniciativa, participam de capacitações, recebem bibliografia e suporte técnico da equipe do UNICEF e parceiros, desenvolvem um plano de ação, mobilizam a comunidade local para participar das decisões, acompanham a evolução de indicadores sociais, são monitorados. Ao final da edição, o UNICEF avalia o avanço de cada um dos municípios participantes e anuncia os certificados.

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