Ainda não se sabe o real motivo dessa resistência, uma vez que as vacinas já estão disponíveis aos profissionais da Educação há algum tempo, inclusive com muitos professores já vacinados com a segunda dose, completando o esquema vacinal. Com vistas ao retorno presencial na etapa híbrida, esta recusa em tomar a vacina pode ser o resultado de notícias falsas sobre a eficácia das vacinas e deverá ser encarado com muito mais seriedade pelas autoridades de saúde, pelos conselhos da Educação e demais órgãos públicos de controle sanitário, uma vez que esta situação não deve ser apenas uma particularidade do município de Jequié.
O Jequié News apurou que até o dia 31 de agosto de 2021, o quantitativo de doses aplicadas, segundo o LocalizaSUS, foi:
Trabalhadores da Educação do Ensino Básico:
1ª Dose = 2.697
2ª Dose = 1.301
Trabalhadores da educação Ensino superior:
1ª Dose = 347
2ª Dose = 178
Enquanto isso, tramita na Câmara dos Deputados, o projeto de Lei 5040/20 que prevê que a pessoa que se recusar a tomar a vacina contra a Covid-19 sofrerá as mesmas consequências de quem não vota e nem apresenta justificativa à Justiça Eleitoral. O projeto foi apresentado pelo deputado Aécio Neves (PSDB-MG). “Se é direito do cidadão negar-se a fazer algo que não esteja devidamente previsto em lei, é dever do Estado assegurar o direito de todos à saúde, e aqui reside o centro que justifica esta proposta normativa”, disse Neves.

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