João Paulo Fernandes solicita medidas para serem adotadas, como, a distribuição de absorventes menstruais nas unidades de saúde da família ou que sejam inseridos no programa de distribuição de cestas básicas através dos CRAS em nossa cidade.
“A dificuldade de acesso à absorvente higiênico feminino, por meninas e mulheres em situação de pobreza, revela uma mazela social por muitos desconhecida ou menosprezada, caracterizada pela carência econômica para adquirir esses itens, o que impacta sobremaneira na sua saúde e qualidade de vida”, destacou João Paulo Fernandes.

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